sexta-feira, 10 de abril de 2015

O meu pai


Há 1 mês o grande amor da minha vida foi embora deste mundo físico.

E eu, que sou feita de ossos e Cléber; de órgãos e Cléber; de células e Cléber; de sentimentos e Cléber, jamais serei inteira novamente.

Mas por tanto amor que dele recebi, estou de pé ajudando na recuperação de minha irmã e de meu cunhado e dando força à minha mãe e minhas sobrinhas.

Ele foi o melhor pai do mundo. Eu fui a melhor filha que um pai pode querer ter: jamais dei motivo de preocupação, dizia sempre "eu te amo, velho" e não houve uma única pendência entre nós dois. 


Fomos pai e filha, no mais belo e profundo significado desta relação.

Eu acho que todo mundo merecia ter um pai tão maravilhoso como o meu.